Bebianno virou joguete da imprensa

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Nessa primeira grande crise do governo Bolsonaro a imprensa está criticando Carlos Bolsonaro e poupando Gustavo Bebianno, o pivô da confusão por causa das candidatas laranjas do PSL que Bebianno era o presidente durante as eleições e responsável por liberar recursos que o partido recebeu dos fundos partidário e eleitoral.

Estão vendendo como verdade absoluta a história do futuro ex-ministro de que foi apunhalado pelo presidente Jair Bolsonaro. Diferente de Bolsonaro, Bebianno tem boa relação com a mídia mainstream. Ou a imprensa está fazendo afago esperando que ele conte algum podre fatal contra Bolsonaro.

Bebianno foi acusado por Adilson Barroso de sabotar a ida do grupo de Bolsonaro para o Patriota, articulou a ida do grupo para o PSL com o Luciano Bivar (supostamente de olho no esquema de laranjas), minou as candidaturas da Janaína Paschoal e do Luiz Philippe Orleans e Bragança para vice, estava tentando uma aproximação do governo com executivos do Grupo Globo.

Ao focar apenas no filho do presidente automaticamente tiram de foco Bebianno para explicação convincente sobre as candidaturas laranjas. O Carlos é um irresponsável. Mas santificar o Bebianno é ingenuidade ou tem método em um plano mais amplo. Toda essa confusão é jogo por poder. Não surpreenderia se Gustavo Bebianno caiu porque descobriram que ele articulava um golpe para colocar o vice-presidente Hamilton Mourão na presidência da República. Como não surpreende o clã Bolsonaro articulando um novo partido.

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UOL tenta vender filme sobre Marighella como imparcial

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O filme que conta os últimos anos de vida do guerrilheiro terrorista Marighella, que tem a direção de Wagner Moura, foi lançado no festival de Berlim e, obviamente, está provocando debates sobre essa figura no mínimo controversa. A esquerda o glorifica como verdadeiro herói da resistência contra o regime militar que governou o Brasil entre 1964-1984, enquanto a direita o acha um ser desprezível que usou o momento político conturbado para cometer crimes no propósito de instaurar uma ditadura comunista.

No UOL, Bruno Ghetti foi convidado para escrever a crítica do filme para o portal. Para o autor da crítica o filme não quer vender a ideia de que Marighella foi um santo. Quer transmitir apenas de que não é um monstro. Só que na sequência o autor escreve: “um ser humano capaz de errar, de ser truculento e de cometer assassinatos e violências variadas”. Fica difícil não pensar que Marighella é sim um monstro que cometeu barbaridades em nome de uma causa, ideologia ou que ele tinha em mente.

Se a ideia era vender o filme como imparcial, sinto informar que o autor falhou. Fazendo uma rápida pesquisa logo se conhece o autor da matéria. O UOL é um portal com viés de esquerda. Até aí normal dentro da liberdade de expressão da democracia. Como o maior portal da internet brasileira, UOL deveria abrir espaço para os dois lados escrever a respeito do filme.

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Enquanto isso, entre um gole e outro de whisky e uma “cheirada”, além de fazer discurso esculhambando com o país e nossa polícia direto da Alemanha, como bom “esquerda caviar” que é, Wagner Moura tenta limpar seu nome junto aos progressistas revolucionários que guardam uma certa bronca por ter feito o eterno Capitão Nascimento em Tropa de Elite. Para muitos, ali começou a tal onda conservadora fascista que desaguou na eleição de Jair Bolsonaro.

Mas o filme Tropa de Elite tinha justamente o propósito oposto. A ideia era reforçar a narrativa de um genocídio nas favelas cariocas. O problema é que o tiro saiu pela culatra e a população ao assistir o filme viu no Capitão Nascimento valores semelhantes aos seus. Não foi por acaso que José Padilha e cia fizeram o Tropa 2 bem diferente do primeiro para tentar corrigir a imagem que ficou, o contrário do que eles queriam.

Insistem em viver numa bolha e quando ficam de frente com a realidade só conseguem adjetivar com rótulos pueris quem não segue a cartilha.

A oposição está em casa

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O governo Bolsonaro está para completar apenas 2 meses depois da posse, mas a sensação é de estar já no segundo ano. A nova tormenta foi provocada pelo “zero dois”, o vereador da cidade do Rio e filho do presidente Carlos Bolsonaro (PSC), que aproveitou o escândalo das candidaturas laranjas do PSL de Pernambuco contra o desafeto e ministro da secretaria-geral da presidência, Gustavo Bebianno. Bebianno ocupou a presidência do partido quando Jair Bolsonaro escolheu o PSL para disputar as eleições de 2018 até o segundo turno presidencial.

A oposição está dividida. PT continua preso ao “Lula livre” e, junto com o PSOL, na oposição que o partido sabe fazer de melhor: quanto pior, melhor. Sem apresentar um projeto alternativo ao do governo. Já o PDT, de Ciro Gomes, o PSB e PCdoB tentam formar uma oposição mais responsável e se afastar do petismo/lulismo. Era para o governo está nadando tranquilamente na ainda popularidade e votos do presidente Jair Bolsonaro.

Mas os problemas da família presidencial e as intrigas na bancada heterogênea excêntrica do PSL se tornaram a principal pedra no caminho do governo. Ou seja, a “oposição” que está causando dor de cabeça ao governo Bolsonaro está no próprio partido do presidente e na sua família, pelo menos no início.

A última confusão envolvendo Carlos e Bebianno é briga por narco de poder dos vários grupos que compõe o governo Bolsonaro. Gustavo Bebianno é próximo ao grupo do militares e foi ele quem costurou a aliança com o PRTB que deu a vice-presidência da chapa ao General Mourão. Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro são da ala ideológica que tem Olavo de Carvalho como mestre. Além disso, há boatos de que a família Bolsonaro estaria com plano de fundar um novo partido porque o PSL tem dono e é Luciano Bivar.

Os problemas familiares e no partido podem minar a governabilidade do governo, matando as reformas essenciais que culminaria com a paralisação da lenta recuperação econômica e destruindo o projeto político do presidente Jair Bolsonaro. Está na hora do presidente tomar as rédeas do governo, inclusive domando o ímpeto dos filhos antes que seja tarde demais.

Sobre o escândalo envolvendo candidaturas laranjas, fica a lição que é preciso acabar urgentemente com os fundos partidário e eleitoral. A própria eleição de Bolsonaro mostrou que uma campanha pode sair vitoriosa gastando pouco e outras candidaturas da última eleição que não usaram os fundos compostos com dinheiro público que não e para financiar partido político.

Propostas de Moro são históricas e estão na linha das principais promessas do presidente Bolsonaro

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Pela primeira vez em 519 anos de descobrimento, 129 de republicanismo, o Brasil tem um plano que minimize a sensação de impunidade e pode diminuir violência e a corrupção. Quando o juiz Sérgio Moro aceitou o convite do então presidente eleito Jair Bolsonaro para ser o seu ministro da justiça, abrindo mão da tranquilidade de mais de 20 anos de magistratura, estava claro que ele não foi a passeio. A meta era fazer história e deixar um legado.

O projeto anticrime apresentado hoje consumou essa expectativa e mais do que isso: realista, não quis reinventar a roda mudando tudo de uma vez correndo o risco do projeto ser rejeitado. Óbvio que gerou desconforto em advogados de porta de cadeia e na oposição, por virar a chave de anos de leis que passam a sensação de proteger o bandido ao invés do cidadão trabalhador e pagador de impostos. Alguns pontos geraram polêmicas e gerarão debates até a votação final no Congresso Nacional.

A batalha será árdua. Mas o atual Congresso foi eleito majoritariamente com a pauta da segurança pública e propostas apresentadas por Moro estão alinhadas com a população. O ministro já provou que não tem medo de desafios e de encarar caras feias, inclusive hoje na coletiva aos jornalistas respondendo perguntas “pegadinhas”.

Boy Erased: Mais uma mentira contra o governo Bolsonaro

Depois do Jean Wyllys renunciar ao seu terceiro mandato como deputado federal e ir morar fora do país alegando risco de morte de sua pessoa, a turma da resistência, que tem tentáculos na mídia internacional e até em Hollywood, lançou uma “fake news” absurda contra o novo governo brasileiro.

“Boy Erased”, um filme crítico a chamada “cura gay“, que não faturou nos EUA nem 7 milhões de dólares [nunca ouvi falar antes da polêmica], teve sua exibição nos cinemas brasileiros cancelada. Ao invés da exibição nos cinemas brasileiros, a Universal Pictures lançará o filme em Home Vídeo [DVDs, streamings].

Pegaram esse cancelamento e espalharam que governo de Jair Bolsonaro censurou o filme no país. O pior que a mentira foi disseminada por um dos atores do próprio filme e do autor do livro que inspirou o filme. Kevin McHale e Garrard Conley compartilharam a falsa informação reforçando e fazendo crítica ao presidente Jair Bolsonaro. E o presidente que está se recuperando de uma cirurgia precisou rebater mais essa mentira ao seu nome e ao seu governo [essa internacional], já que a “fake news” se alastrou por toda a internet ganhando debates e a imprensa parecendo pinto no lixo repercutindo.

Presidente está certíssimo na resposta. Ele tem mais o que fazer do que se preocupar com a porcaria de um filme “flop”. Mais um ataque rasteiro contra o governo Bolsonaro. Mais um ataque dos que não aceitaram até hoje que o povo brasileiro optou por outro caminho e usando sua influência lá fora para sujar a reputação do governo brasileiro, o que suja é o nome do Brasil. Talvez seja uma estratégia dos envolvidos do filme em questão para atrair mais público polemizando.

Não bastasse todo o absurdo descrito ainda temos Fernando Oliveira, vulgo Fefito, que é um comentarista de celebridades, de TV e futilidades que como contratado [1 e 2] da TV Brasil (pública) por CNPJ acumulou mais de R$ 300 mil em um programa com zero retorno para os cofres públicos, falando na Rádio Jovem Pan que pode não ter sido censura direta do governo, mas que as ações desse governo para área LGBTQ+ levaram a empresa a essa atitude. Canalha é pouco para um sujeito desse que não deveria ter espaço em uma rádio do tamanho da JP.

Mais uma vez, Fefito foi refutado por Caio Coppolla.

A Universal Pictures cancelou o filme no Brasil por estratégia de mercado. O filme não correspondeu as perspectivas de bilheteria e indicações ao Oscar, fazendo a empresa refazer a estratégia de lançamento pelo mundo. Mesmo se o filme fosse cancelado por pressão dos consumidores via boicote ao filme, não seria censura pelo simples fato de não ser o governo a proibir sua exibição.

Qualquer tipo de censura é deplorável. Mas Boicote não é censura. Espelhar mentiras para prejudicar a imagem dos governos que você não gosta é jogo baixo. Sem problema. Quanto mais mentem, distorcem e manipulam fatos, mais a credibilidade dessa galera vai para o lixo.