Eleição 2010

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No primeiro turno de 2010, Dilma Vana Rousseff, uma desconhecida que nunca tinha disputado uma eleição. A Ministra de Minas e Energia e, após a queda de José Dirceu, Ministra-chefe da Casa Civil do governo do presidente Lula.

Dilma conseguiu uma votação gigante no primeiro turno: 47.651.434 votos (46,91%). No entanto, não conseguiu vencer a disputa no primeiro escrutínio. O candidato do PSDB foi José Serra, que obteve 33.132.283 votos (32,61%).

Marina Silva, que também foi ministra (meio-ambiente) de Lula e saiu do governo e do PT (foi para o Partido Verde) por divergências com a própria Dilma, surpreendeu o Brasil ao conseguir uma votação grande: 19.636.359 votos (19,33%). Assim, Marina provocou um segundo turno entre Dilma e Serra.

No segundo turno, após os programas eleitorais e debates na TV, os brasileiros voltaram às urnas no dia 31 de outubro de 2010 para eleger o novo presidente ou a presidente da República.

Mais uma vez, Dilma Rousseff saiu vitoriosa nas urnas. Agora com 55.752.529 votos (56,06%) e se tornou a primeira mulher a ocupar o mais alto posto da República Federativa do Brasil. Serra conseguiu 43.711.388 votos (43,94%).

A primeira campanha de Dilma já foi comandada pelo marqueteiro João Santana. O foco era juntar os nomes de Lula e Dilma e fazer com eles se misturassem – Dilma é Lula, Lula é Dilma, dizia o slogan. Também tinha o slogan “Para o Brasil seguir mudando”. A economia brasileira vinha surfando na onda de um crescimento histórico mesmo o mundo sentindo o efeito da crise de 2008, emprego e renda subindo e uma aprovação beirando os 90% do presidente Lula.

Para a oposição era uma tarefa complicada. A aprovação ao governo Lula era tão grande, que se dizia que o presidente elegeria um “poste”. Mas José Serra e Marina Silva conseguiram votações expressivas.

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