Governo Dilma pela bola sete

presidente dilma

Parece que a oposição vai mesmo partir para o impeachment. E a base para pedir que se abra um processo contra a presidente da República será a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que julgou que o governo usou dinheiro de bancos e empresas estatais para maquiar as contas públicas, o que vai contra a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O PSDB está dividido se pega a pauta do impeachment dos movimentos que comandaram as manifestações dos dias 15 de março e 12 de abril contra o governo Dilma. Sem Aécio Neves (PSDB/MG), deputados e senadores da oposição se reuniram com líderes desses grupos em Brasília.

Participaram do ato os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), José Serra (PSDB/SP) e Alvaro Dias (PSDB/PR) e os deputados Marcus Pestana (PSDB/MG) e Antonio Imbassahy (PSDB/BA). Também estiveram presentes os senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e o deputado Osmar Bertoldi (DEM-PR). Além disso, o PSDB encomendou um parecer do jurista Miguel Reale Júnior sobre a possibilidade de abertura de um processo de impeachment. Ele disse ao Jornal O Estado de São Paulo que vai focar nas ditas “pedaladas fiscais”.

A bola (e a presidente Dilma) está nas mãos do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Eduardo Cunha já disse que não vai abrir processo de impeachment sem base jurídica sólida. Fica a dúvida se foi sincero ou blefe dele.

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