Entrevista: Marcos Alcântara Machado

Uma entrevista com o secretário de finanças do Partido Novo, Marcos Alcântara Machado.

O Novo já coletou mais de 1 milhão de assinaturas de eleitores das cinco regiões brasileiras e consolidou nove diretórios regionais — Distrito Federal, Rondônia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. A legenda espera conseguir o registro com o número 30, que está vago. Já conta com cerca de 700 mil seguidores nas redes sociais.

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Qual será a bandeira do Partido Novo?

São várias como você pode acessar no nosso site (novo.org.br – NOSSOS IDEAIS). Podemos destacar a bandeira do “indivíduo como único criador de riquezas.” O Estado ao tentar estimular o desenvolvimento se mostra um mero arrecadador de recursos, com muitas perdas no caminho (corrupção, ineficiência, desperdício, vagarosidade, etc…). Não existe dinheiro público e sim dinheiro dos pagadores de impostos. Acreditamos que o indivíduo é quem melhor sabe administrar a própria vida e não um técnico bem-intencionado em Brasília ditando diretrizes.

O Novo terá lado (direita ou esquerda)?

Não somos um partido de ideologia e sim de ideias. Defendemos algumas bandeiras que podem ser consideradas de Esquerda (educação básica pública) e outras de Direita (oposição ao Estado paternalista).

O Novo terá candidato a presidente da República na eleição de 2018?

Gostaríamos sim de disputar a Presidência em 2018. No entanto, não temos nenhum nome em vista atualmente. Com o crescimento do Partido e as interações entre os Diretórios Estaduais esperamos que bons candidatos apareçam.

Por que criar um novo partido e não entrar em um já estruturado?

Dos atuais partidos, nenhum se mostrou comprometido com alguns de nossos valores (Visão de longo prazo, Excelência, Livre mercado). Acreditamos que nossos diferenciais — limites ao carreirismo político, gestão independente (gestão partidária versus candidaturas), compromisso ao cumprimento do mandato parlamentar, vinculação do candidato às suas propostas — também estão ausentes nos partidos que existem hoje no Brasil.

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